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Formas
de Assassinatos
O
assassinato de um bebê não nascido é produzido,
além de por meio de alguns métodos domésticos,
através dos seguintes métodos:
ENVENENAMENTO
SALINO
Extrai-se
o líquido amniótico dentro da bolsa que protege
o bebê. Introduz-se uma longa agulha através
do abdômen da mãe, até a bolsa amniótica
e injeta-se em seu lugar uma solução salina
concentrada. O bebê ingere esta solução
que lhe causará a morte em 12 horas por envenenamento,
desidratação, hemorragia do cérebro e
de outros órgãos.
Esta
solução salina produz queimaduras graves na
pela do bebê. Algumas horas mais tarde, a mãe
começa "o parto" e da a luz a um bebê
morto ou moribundo, muitas vezes em movimento.
Este método é utilizado depois da 16ª semana
de gestação.
SUCÇÃO
Insere-se
no útero um tubo oco que tem uma ponta afiada. Uma
forte sucção (28 vezes mais forte que a de um
aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebê
que está se desenvolvendo, assim como a placenta e
absorve "o produto da gravidez" (ou seja, o bebê),
depositando-o depois em um balde. O abortista introduz logo
uma pinça para extrair o crânio, que costuma
não sair pelo tubo de sucção. Algumas
vezes as partes mais pequenas do corpo do bebê podem
ser identificadas. Quase 95% dos abortos nos países
desenvolvidos são realizados desta forma.
DILATAÇÃO E CURETAGEM
Neste
método é utilizado uma cureta ou faca proveniente
de uma colher afiada na ponta com a qual vai-se cortando o
bebê em pedaços com o fim de facilitar sua extração
pelo colo da matriz. Durante o segundo e terceiro trimestre
da gestação o bebê é já
grande demais para ser extraído por sucção;
então utiliza-se o método chamado dilatação
e curetagem.
A
cureta é empregada para desmembrar o bebê, tirando-se
logo em pedaços com ajuda do fórceps. Este método
está se tornando o mais usual.
D & X Por - 32ª SEMANAS
Este
é o método mais espantoso de todos, também
é conhecido como nascimento parcial. Costuma ser feito
quando o bebê se encontra já muito próximo
de seu nascimento. Depois de ter dilatado o colo uterino durante
três dias e guiando-se por ecografia, o abortista introduz
algumas pinças e agarra com elas uma perninha, depois
a outra, seguida do corpo, até chegar aos ombros e
braços do bebê. Assim extrai-se parcialmente
o corpo do bebê, como se este fosse nascer, salvo que
deixa-se a cabeça dentro do útero. Como a cabeça
é grande demais para ser extraída intacta; o
abortista, enterra algumas tesouras na base do crânio
do bebê que está vivo, e as abre para ampliar
o orifício. Então insere um catéter e
extrai o cérebro mediante sucção.
Este
procedimento faz com que o bebê morra e que sua cabeça
se desabe. Em seguida extrai-se a criatura e lhe é
cortada a placenta.
OPERAÇÃO CESÁREA
Este
método é exatamente igual a uma operação
cesárea até que se corte o cordão umbilical,
salvo que em vez de cuidar da criança extraída,
deixa-se que ela morra. A cesárea não tem o
objetivo de salvar o bebê mas de matá-lo.
PROSTAGLANDINAS
Esta
droga provoca um parto prematuro durante qualquer etapa da
gravidez. É usado para levar a cabo o aborto à
metade da gravidez e nas últimas etapas deste. Sua
principal "complicação" é que
o bebê às vezes sai vivo. Também pode
causar graves danos à mãe. Recentemente as prostaglandinas
foram usadas com a RU- 486 para aumentar a "eficácia"
destas.
PÍLULA RU-486
Trata-se
de uma pílula abortiva empregada conjuntamente com
uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada
entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira
menstruação da mãe. Por este motivo é
conhecida como a "pílula do dia seguinte".
Age matando de fome o diminuto bebê, privando de um
elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto é
produzido depois de vários dias de dolorosas contrações.
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